sábado, 8 de junho de 2013
Vamos Refletir...
Um Meio ou uma Desculpa
"Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem
sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois...
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.
Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois...
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.
Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Evolução tecnológica e o contexto escolar
A tecnologia vem
evoluindo desde a criação das primeiras expressões escritas e figurativas e
desde então vem passando por algum tipo de resistência, pois a humanidade foi
inventando e se apropriando das tecnologias e isso vem acarretando mudanças no
cotidiano dos indivíduos, uma vez que todo avanço tecnológico é criado para
facilitar a realização das práticas diárias dando origem a novas possibilidades
de ações.
É incontestável que
todas as mudanças na tecnologia de suporte e a popularização do uso da escrita
também se devem às mudanças que ocorreram nas normas linguísticas, as quais
foram adequando de forma cada vez mais eficiente a linguagem às possibilidades
e limites dos novos meios de comunicação.
Desse modo, tendo a
escola a função de aprimorar o educando como pessoa humana, incluindo a
formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento
crítico (LDB 9394/96 –Art.35, inciso III), a ferramenta tecnológica se tornou
um instrumento importante no contexto escolar, quando articulada a uma prática
formativa que leva em conta os saberes trazidos pelo aprendiz, procurando
juntá-los aos conhecimentos escolares.
Nesta perspectiva a
cultura da imposição, arraigada nas práticas de ensino tradicionais, dificulta a
inserção da tecnologia em salas de aula criando uma barreira nas aprendizagens
das novas tecnologias cominucacionais. Na verdade, a inserção das TICs no
ambiente educacional, depende da formação do professor em uma perspectiva que
procure desenvolver uma proposta que permita transformar o processo de ensino
em algo dinâmico e desafiador com o suporte das tecnologias. Não se trata
apenas de adaptar o modelo da escola tradicional aos novos equipamentos.
Um questionário
aplicado a alunos da 7ª série/8° ano de uma escola estadual comprova o quanto a
tecnologia está presente na vida dos adolescentes e precisa ser explorada no
âmbito educacional. Propositalmente a pesquisa foi realizada em uma sala cujos
alunos possuem um poder aquisitivo menor e surpreendentemente dos 22 jovens que
responderam ao questionário, apenas três não possuem aparelho celular. A
maioria deles possui computador em casa, embora poucos tenham acesso à
internet.
Todos os alunos que
responderam ao questionário disseram que usam a internet para realizarem pesquisas
escolares. As redes sociais, as ferramentas de busca e o MSN foram os itens que
ficaram em segundo lugar. Esses resultados revelam que embora nem todos possuam
computador em casa e dos que possuem a maioria não tem acesso à internet, além
da cidade não possuir lan houses, todos os discentes tem acesso à tecnologia
digital e a internet, sendo que os meios mais comuns de utilizarem o computador
e/ou a internet é em uma sala na biblioteca municipal e na SAI da escola.
O ensino, atualmente,
está voltado para a realidade prática, que enfatiza sobretudo textos que
circulam na vida cotidiana dos indivíduos envolvidos no processo. Em uma sala
como a que foi aplicada o questionário seria possível desenvolver um trabalho de
pesquisa com propagandas veiculadas na internet, explorando textos
prescritivo/injuntivos que faz parte do conteúdo programático para a série,
além de trabalhar com os verbos no modo imperativo.
Analisar as propagandas
disponibilizadas na internet possibilita, ao aluno, um olhar mais amplo a
respeito dos recursos semióticos que contemplam este tipo de texto, a
compreensão dos objetivos das propagandas fica mais perceptível, entre outras
características. Além disso, no computador os alunos podem criar suas próprias
propagandas utilizando recursos digitais e semióticos o que facilita para o
estudante entender a estrutura desse gênero.
A internet, de modo
geral, possibilita o trabalho com gêneros digitais (chat, blog, home Page,
fórum de discussão, hipertexto, correio eletrônico, hipermídia) proporcionando
um caminho amplo na exploração da oralidade e da escrita desenvolvendo a
linguagem em diferentes situações de interação.
De acordo com a OCNEM
(2008, p.28) “a abordagem do letramento deve considerar as práticas de linguagem
que envolve a palavra escrita e/ou diferentes sistemas semióticos- seja em
contextos escolares seja em contextos não escolares- prevendo assim, diferentes
níveis e tipos de habilidades, bem, como diferentes formas de interação e,
consequentemente, pressupondo as implicações ideológicas daí decorrentes”.
Cabe aos docentes
trabalhar valores e ampliar a visão entre o certo e o errado, o adequado e o
inadequado para que os alunos interajam com a mídia de forma crítica e com a
precaução de não ser dominado por ela. È preciso tornar o discente capaz de
aprender buscar, classificar e selecionar informações, desenvolvendo
competências e habilidades a partir da tecnologia fundamentando seu
conhecimento acadêmico, não simplesmente um trabalho, mas no seu cotidiano
escolar e social.
Referências
Bibliográficas
BRAGA. D; BUZATO.M. Multiletramentos, linguagens e mídias.
Tecnologias e práticas comunicativas/ Processos de naturalização das
tecnologias: o caso da escrita alfabética. Campinas, SP: UNICAMP, 2012. Material
digital para AVA do curso de Especialização em Língua Portuguesa
REDEFOR/UNICAMP.
Disponívelem<https://autoria.ggte.unicamp.br/unicampredefor/pages/public/main.jsf
> Acesso em 16/04/12.
BRAGA. D; BUZATO.M. Multiletramentos, linguagens e mídias.
Tecnologias e práticas comunicativas/ Das paredes das cavernas ao monitor.
Campinas, SP: UNICAMP, 2012. Material digital para AVA do curso de
Especialização em Língua Portuguesa REDEFOR/UNICAMP.
Disponívelem<https://autoria.ggte.unicamp.br/unicampredefor/pages/public/main.jsf
> Acesso em 23/04/12.
BRASIL. Orientações Curriculares
Nacionais para o Ensino Médio -
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Brasília, DF: MEC/SEB, 2006.
BRASIL.
República Federativa do Brasil. Lei n°
9.394: Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília,
1996.
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